... por homens cuja mente é pervertida e privados da verdade, supondo que a piedade é fonte de lucro. (1 Timóteo 6:5)
Paulo já advertia Timóteo sobre homens que imaginavam que "a piedade é fonte de lucro".
Eles utilizavam a religião para obter vantagens materiais, quando, na realidade, o Evangelho nos chama para uma vida de contentamento e dependência de Deus.
"...supondo que a piedade é fonte de lucro." (1Tm 6:5)
Paulo denuncia pessoas que utilizavam a religião como um meio de enriquecimento.
Esse espírito continua presente.
A fé passa a ser um negócio.
Deus se torna um meio para alcançar riquezas.
A oração vira uma negociação.
A oferta deixa de ser adoração para tornar-se investimento.
Quando a riqueza passa a ser o objetivo da fé, Cristo deixa de ocupar o centro.
Jesus foi extremamente claro:
"Não podeis servir a Deus e às riquezas." (Mt 6:24)
Quem transforma Deus em um meio para conseguir dinheiro, inevitavelmente acabará servindo ao dinheiro.
"De fato, grande fonte de lucro é a piedade com contentamento." (1Tm 6:6)
Paulo não nega que exista lucro.
Ele apenas redefine o que significa lucro.
O lucro do cristão não é possuir mais.
É aprender que Cristo basta.
Por isso Paulo continua:
"Nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele." (1Tm 6:7)
Quem entende isso vive livre da escravidão da ganância.
"Os que querem ficar ricos caem em tentação..." (1Tm 6:9)
Observe que Paulo não condena possuir dinheiro. Ele condena querer enriquecer como propósito da vida.
"Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males..." (1Tm 6:10)
O dinheiro é um excelente servo, mas um péssimo senhor.
Quando governa o coração, afasta lentamente a pessoa de Cristo.
O verdadeiro lucro do Evangelho não é uma conta bancária maior, mas um coração satisfeito em Cristo.
"Grande fonte de lucro é a piedade com contentamento." (1 Timóteo 6:6)