O ser humano está sempre pensando que pode agradar a Deus com sacrifícios, imaginando que aquilo que impressiona as pessoas também impressiona o Senhor.
No entanto, Deus se agrada mais da obediência do que de sacrifícios, e considera mais aceitável a prática da justiça e do juízo do que a apresentação de inúmeras ofertas no altar.
Antes de Deus receber a oferta, Ele precisa aceitar o ofertante. Não pode existir um abismo entre a vida daquele que oferta e a sua oferta.
A Escritura nos mostra que Deus rejeitou Caim e sua oferta, porque sua vida não estava correta diante de seus olhos.
Quando a vida do ofertante está em desalinho com Deus, o sacrifício, por mais religioso que pareça, torna-se abominável.
Essa verdade é reafirmada pelo próprio Jesus, quando declara:
“Portanto, se estiveres apresentando a tua oferta no altar, e ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão, e então volta e apresenta a tua oferta.” (Mateus 5:23–24)
Cristo ensina que a integridade e a retidão do coração precedem qualquer ato de culto. Deus não se agrada de uma oferta que nasce de um coração dividido, endurecido ou em conflito não resolvido.
O culto que agrada a Deus, portanto, possui duas marcas essenciais: é verdadeiro e sincero.
Não basta apresentar um culto correto externamente; é necessário fazê-lo de todo o coração.
Não podemos adorar a Deus do nosso jeito, segundo as inclinações do nosso coração, mas segundo a Sua vontade revelada, que requer um coração obediente e submisso à Sua verdade.