Visto que nós, os filhos, somos seres humanos feitos de carne e sangue, Ele também participou dessa mesma natureza; pois somente como ser humano Ele poderia morrer, e pela morte derrotar aquele que tinha o poder da morte, isto é, o diabo. (Hebreus 2:14)
Cristo existia antes da encarnação. Ele era espírito, era a Palavra eterna.
Ele estava com Deus e era Deus (João 1:1). Entretanto, assumiu carne e sangue, revestindo sua divindade de humanidade. Ele se tornou plenamente homem sem deixar de ser plenamente Deus (Colossenses 2:9).
Somente assim Ele poderia libertar todos aqueles que, por medo da morte, estavam durante toda a vida sujeitos à escravidão (Hebreus 2:15).
A morte foi a razão pela qual Cristo se fez homem. Como Deus, Ele não poderia morrer pelos pecadores; mas como homem, sim.
O sofrimento e a morte de Jesus foram determinados pelo Pai desde a fundação do mundo, e o Filho aceitou voluntariamente assumir a natureza humana e morrer na cruz.
“…pois somente como ser humano ele poderia morrer, e morrendo derrotar o poder do diabo, que tinha o poder da morte.”
A arma do diabo contra nós é o nosso próprio pecado. E você sabe que o salário do pecado é a morte (Romanos 6:23).
Mas a morte de Jesus na cruz anulou o poder condenatório do pecado.
Ele cancelou o registro de acusações contra nós, removendo-o e pregando-o na cruz (Colossenses 2:14).
Por isso o diabo já não pode nos acusar. O Juiz nos declarou inocentes por meio da morte de Jesus.
“Quem se atreve a acusar os escolhidos de Deus? Ninguém, pois o próprio Deus os declara justos diante de si.” (Romanos 8:33)
Deus justifica todos os que creem em Cristo, e nenhum decreto do inimigo pode desfazer aquilo que Deus estabeleceu.
Com Cristo, não precisamos mais temer a morte — nosso último e maior inimigo. E se não precisamos temer a morte, então não precisamos temer absolutamente mais nada.